Evento consolida a nova fase da marca e aposta em diversidade e poder feminino
Modelos desfilando no Victoria´s Secret Show 2025 \ Reprodução via YouTube (@VictoriasSecret)
No dia 15 de outubro a cidade de Nova York foi palco do Victoria's Secret Fashion Show. Como de costume, o evento contou com apresentações musicais, neste ano, exclusivamente de artistas mulheres, entre elas Madison Beer, Karol G, o grupo de Kpop Twice e Missy Elliott.
Nas passarelas, a marca de lingerie destacou a diversidade corporal e étnica, algo que vinha sendo bastante cobrado nos últimos anos. Modelos como Precious Lee e Paloma Elsesser representaram o movimento de inclusão de manequins plus size, o que marcou uma nova fase para a grife.
O desfile também reuniu grandes nomes que já fizeram hsitória como as Angels, título dado às modelos embaixadoras oficiais da marca, conhecidas por desfilarem com as icônicas asas. Entre elas, o destaque ficou para as veteranas Alex Consani, Anok Yai, Barbara Palvin, Gigi e Bella Hadid, Adriana Lima e Alessandra Ambrósio. Além delas, novas modelos brilharam pela primeira vez, incluindo a jogadora de basquete Angel Reese, a primeira atleta a integrar oficialmente o elenco, e a brasileira Daiane Sodré, que debutou com as icônicas asas de anjo.
Durante o show, as trocas de figurinos e asas aconteceram enquanto as artistas se apresentavam, com peças em tons de marrom, rosa, preto, vermelho e prata, o que trouxe uma atmosfera de glamour e sofisticação à passarela.
Entretanto, o evento não passou ileso às críticas. O casting foi alvo de reclamações nas redes sociais, principalmente pela inclusão de influenciadoras no lugar de modelos profissionais e high fashion. O fato gerou descontentamento entre parte do público, que considerou a escolha um desvio do tradicional prestígio da marca.
Por: Raquel.
Revisado e editado por: Carol Soutto.